Glossário Trader

ABERTURA

Termo genérico usado para definir a cotação do primeiro negócio do dia de um determinado ativo cotado em bolsa de valores, que pode ser uma ação, um contrato futuro ou outros.


FECHAMENTO

Termo usado para denominar a cotação de fechamento de um determinado título ou valor mobiliário em um determinado dia. Assim sendo, quando falamos que o Fechamento de uma ação no mês de janeiro foi de R$ 10, isto significa que a ação fechou o último pregão do mês de janeiro cotada em R$ 10.


INDICADORES

Informações numéricas que servem para relacionar as entradas (matéria prima e recursos em geral) e saídas (produtos), assim como o desempenho dos processos de uma empresa.


MÉDIAS MÓVEIS

Médias Móveis - Simples e Exponencial. As médias móveis suavizam os dados de preços para formar um indicador de tendência sequencial. Elas não prevêem a direção dos preços, mas, antes, definem a sua direção atual com um atraso. As médias móveis atrasam porque elas são baseadas em preços passados.


VWAP

O preço médio ponderado pelo volume, do inglês Volume-Weighted Average Price (VWAP) é frequentemente utilizado como nível de referência nos processos de negociação de investidores que agem o mais passivamente possível em suas execuções.


MACD

O indicador MACD (Média Móvel Divergente / Convergente) é um indicador de tendência que mostra a relação entre duas médias móveis. É calculado subtraindo à média móvel exponencial de 26 dias a média móvel exponencial de 12 dias.


BULLS BEARS (Elder Ray)

Quem opera no mercado já deve ter escutado as expressões “bull market” e “bear market”. A primeira significa que o mercado está em uma tendência de alta, com os preços das ações subindo, enquanto a segunda indica o oposto: ações em queda. Estas expressões estão tão difundidas que geraram os adjetivos “bullish” para designar aqueles que estão otimistas com o mercado e “bearish” para os pessimistas.


CANDLESTICK/CANDLE/VELA

O Candlestick é um método de representação de gráficos amplamente utilizado no mercado de ações. Cada candle é formado por quatro pontos relativos à um determinado período (dia, hora, minuto, mês, etc) que se está analisando: o preço de abertura, de fechamento, a máxima e a mínima.


PAVIO/CAUDA/SOMBRA

O pavio (ou sombra, ou cauda) de cada candle representa a máxima e a mínima do mercado naquele intervalo de tempo. Ele é representado por um traço acima ou abaixo do corpo do candlestick.


DOJI

Os Dojis são candles em que o preço de fechamento é igual ao preço de abertura, logo o candle é formado praticamente só por sombras. Este fenômeno geralmente ocorre devido a uma indefinição do mercado, mostrando que as forças compradoras e vendedoras se balancearam. Devido a isso, normalmente os Dojis marcam reversões.


MARTELO

Os candles martelo são muito procurados no mercado, pois quando aparecem após uma tendência de baixa, principalmente numa região de suporte, costuma marcar um fundo. Este candle possui um corpo pequeno na parte de cima e uma longa sombra para baixo. Significa que o mercado caiu bastante após a abertura e então entrou bastante força compradora naquela região. O candle martelo que ocorre num topo é chamado de “hanging-man”.


SHOOTING STAR OU ESTRELA CADENTE

A estrela cadente, ou shooting star, exerce a mesma função do martelo, porém no lado contrário do gráfico. Após uma tendência de alta, quando aparece uma shooting star numa região de resistência, é provável que o mercado sinalize um topo. A shooting star possui um pequeno corpo na parte de baixo com uma longa sombra pra cima. Quando ela ocorre em um fundo, é chamado também de martelo invertido.


MAROBOZU

Este candle possui apenas um longo corpo, sem sombras (ou sombras bem curtas). Portanto este candle possui sua abertura na mínima ou próximo dela e fechamento na máxima (marobozu de alta). Este tipo de candle é interessante quando acontece em rompimentos de resistências ou suportes, pois quando aliado a um bom volume, mostra força no rompimento.


ENGOLFO

O engolfo é um padrão de candles que também pode marcar reversões. Ele se compõe com um primeiro candle numa tendência e um segundo candle oposto com um corpo envolvendo todo o corpo do primeiro candle. Ou seja, um candle de alta seguido por um candle de baixa que envolve todo o corpo do candle prévio chama-se engolfo de baixa. O contrário é chamado de engolfo de alta.


HARAMI ou MULHER GRÁVIDA

Também é formado por uma combinação de dois candles, porém agora o segundo é pequeno, encoberto pelo primeiro candle. O nome desse padrão vêm do japonês Harami que significa gravidez.


TRADER

Termo americano, aceito internacionalmente, para identificar o indivíduo que opera no mercado financeiro.


AJUSTE

Todos os dias os que estão posicionados, ou seja, aqueles que passaram de um dia para o outro comprado ou vendido vão sofrer o ajuste financeiro dessa posição. Seja operando contrato de dólar, ou de índice, na verdade todos os contratos negociados no mercado futuro possuem esse mecanismo.


COMPRADO

Diz-se do investidor que comprou ou está comprando um determinado ativo.


VENDIDO

Diz-se do investidor que vendeu ou está vendendo um determinado ativo.


POSICIONADO

Condição do investidor que mantém sua aplicação em algum ativo financeiro. Se aplicou em ações do setor de consumo, por exemplo, então está posicionado nesses papéis.


STOP LOSS

É quando vai contra a sua operação e pega a sua saída de perda


TAKE PROFIT

É quando vai a favor da sua operação e pega a sua saída de ganho


ZERADO

Estar fora do mercado ou sair da aplicação que vinha mantendo.


BOLA

Preço redondo de uma cotação. Dizer que o preço é "dois bola, bola", significa $2,00. Quando já é de domínio do mercado que o preço está próximo de um valor redondo, então o operador diz apenas "bola-bola".


GALO

Termo utilizado para compra/venda de 50 lotes simultaneamente.


PAGÃO

Quando o investidor está disposto a pagar até determinado preço por um ativo. Então o operador diz que está "pagão" até determinado valor.


PULL BACK

O termo é usado pelos analistas para dizer que um papel, cotado abaixo do preço justo, se recuperou ou vai se recuperar. Quilo - Substitui a palavra milhão.


LATERALIZAÇÃO/FAIXA DE NEGOCIAÇÃO

Significa que o mercado opera estável, sem apontar uma tendência de alta ou de baixa.


BOOK DE OFERTAS

Book de Ofertas é predominantemente uma ferramenta desenvolvida para traders institucionais e corretores de valores mobiliários. Essa ferramenta é o substituto eletrônico do tradicional pregão viva voz das bolsas de valores.


BATER

É utilizado quando são realizadas vendas. "Estão batendo no dólar", indica que estão vendendo o dólar.


TOMAR

Utilizado para fazer referência a comprar.


CANAL DE TENDÊNCIA

Termo utilizado em análise técnica (ou grafista) para definir, no gráfico de ações, quando se pode traçar uma reta aproximadamente paralela à linha de tendência por dois máximos (no caso de alta), ou dois mínimos (no caso de baixa). Em geral o canal de tendência sugere um movimento futuro provável da ação no caso de alta ou baixa.


LINHA DE TENDÊNCIA DE ALTA

É uma linha diagonal que liga no mínimo dois fundos ascendentes, traçada a partir do fundo mais baixo da tendência. Tem o objetivo de monitorar a tendência de alta do preço de um ativo. Observe inicialmente na figura que há uma tendência de alta do preço, caracterizada pela formação de topos e fundos ascendentes.


LINHA DE TENDÊNCIA DE BAIXA

Quanto maior for o número de topos que tocam a LTB, mais significativa é a tendência de baixa, bem como a resistência proporcionada pela linha. 4. O rompimento para cima da LTB sinaliza fraqueza da tendência de baixa. Isto poderá resultar na reversão da atual tendência após a formação de um pivô de alta.


ANÁLISE DE INDICADORES

Análise do desempenho de uma empresa com base no resultado de alguns indicadores, que podem ser agrupados como: indicadores de atividade, de estrutura de capital, de liquidez, e de rentabilidade. Em geral estes indicadores são calculados com base nos dados disponíveis no balanço patrimonial e no demonstrativo de resultado da empresa, possibilitando a comparação relativa entre empresas e setores.


ANÁLISE DE RISCO

Avaliação contínua e sistemática dos efeitos adversos, ou riscos, que podem atingir uma determinada empresa em um mercado competitivo.


ANÁLISE FUNDAMENTALISTA

Metodologia de análise que utiliza os dados financeiros disponíveis sobre uma empresa para projetar seu desempenho futuro (ex. lucros, posição no mercado, oferta de produtos etc.) e assim determinar um preço justo para as ações da empresa. Para isso, o valor de mercado da empresa é expresso em forma de múltiplos de seu valor patrimonial, lucro estimado, fluxo de caixa e comparado com múltiplos implícitos de empresas no mesmo setor. A principal fonte de informação do analista fundamentalista é o balanço da empresa, de onde ele extrai informações sobre dividendos, lucros, dívidas, atuação da administração, etc.


ANÁLISE TÉCNICA

Também denominada Análise Gráfica, é uma metodologia que se baseia no comportamento de ações listadas em bolsa ou outros ativos no passado e procura avaliar as possibilidades de flutuações futuras. Em geral, este tipo de análise é usado para se projetar o desempenho de curto prazo de uma ação, enquanto a análise fundamentalista é mais usada para períodos mais longos. O analista técnico, ou grafista, baseia-se nos princípios que os preços se movem em tendências persistentes ao longo do tempo e também através de padrões gráficos. Uma vez determinada essa tendência e padrões, é possível estimar qual o melhor momento para comprar ou vender uma ação.


ALAVANCAGEM

A alavancagem financeira permite que você opere na Bolsa com valores superiores aos que você tem na conta da sua corretora. Por exemplo, com apenas R$ 1.000,00 na corretora, você pode se posicionar com R$ 10 mil em uma operação, o que equivaleria a uma alavancagem de 900%.